domingo, 8 de novembro de 2009

Kill Bill - Don' t Let Me Be Misunderstood



Eu duvidava da genialidade de Quentin Tarantino, até que, finalmente ele me brindou com uma das cenas mais formidáveis da história do cinema. É a da luta na neve em -  Kill Bill - Vol. 1 - ao som Understood Mix - de Santa Esmeralda.
Dança com Lobas... Ficou show! Amei!!!



http://www.youtube.com/watch?v=KMbk6apcO0M

sábado, 7 de novembro de 2009

O Cinema Nacional Agradece


Anselmo Duarte,

Se você teve que partir é porque a sua missão aqui na Terra já foi cumprida. Boa passagem.

*****

“Anselmo Duarte Bento começou no cinema aos 10 anos de idade como molhador de tela, que era a pessoa que, no tempo do cinema mudo, jogava água nos rolos de filmes atrás das telas para evitar incêndio em conseqüência da localização e do alto aquecimento dos projetores. Na infância, ele queria ser projecionista, como o irmão Alfredo. Essa experiência foi usada em um dos filmes de Duarte, "O Crime do Zé Bigorna", ambientado em 1928. Nele, enquanto Charles Chaplin aparecia nas telas, Lima Duarte e Stênio Garcia a molhavam.


Seu primeiro trabalho como ator foi no filme inacabado de Orson Welles "It's all true" (1942). Duarte foi um galã do cinema brasileiro nos anos 1940 e 50, estrelando obras na Cinédia, na Atlântida e na Vera Cruz. Seu primeiro trabalho como diretor, "Absolutamente Certo" (1957), era uma comédia, como aquelas que lhe deram fama como ator.

Em 1962, lançou "O Pagador de Promessas", o único filme brasileiro a receber o maior prêmio mundial do cinema, a Palma de Ouro no Festival de Cannes. No Festival Anselmo venceu consagrados cineastas como Luis Buñuel ("O anjo exterminador"), Michelangelo Antonioni ("O eclipse") e Robert Bresson ("O julgamento de Joana d'Arc").

Como ator, um de seus filmes preferidos é "Sinhá Moça" (1953), de Tom Payne. No filme Anselmo contracena com Eliane Lopes numa história que se passa no século 19. Uma jovem se apaixona por um advogado e vive um grande drama de amor numa época em que as idéias abolicionistas ganhavam força e eram violentamente combatidas. O filme, uma produção da Vera Cruz, ganhou o Prêmio Especial do Júri, em Veneza.”


Fonte: Jornal do Brasil

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

As Cartas Ridículas de Todos Nós


Todas as cartas de amor são ridículas

Todas as cartas de amor são ridículas.

Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,

Ridículas. As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas. Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.

Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas. A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.

(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)

Fernando Pessoa - Álvaro de Campos

Os versos acima, escritos com o heterônimo de Álvaro de Campos, foram extraídos do livro "Fernando Pessoa - Obra Poética", Cia. José Aguilar Editora - Rio de Janeiro, 1972, pág. 399.
*****

Quem nunca escreveu uma carta de amor que atire a primeira pedra. Todos somos um pouco ridículos por causa dessa pieguice. Alguns não se contentando em escrevê-las, ainda dão um banho de perfume. E as cartas de amor ficam ridículas ao quadrado.

Cartas de amor nada mais são que expressões de sentimentos, o querer mais que bem querer... e quando tudo acaba, vem a dor, a tristeza a solidão...

O vazio ocupa o espaço que um dia pertenceu ao amor. E tudo o que foi escrito e dito um dia nas cartas de amor relembrando depois é simplesmente ridículo. Amor é muito mais que magia. Amar é ser ridículo. Sou uma ridícula assumida.
Karenina Rostov

terça-feira, 3 de novembro de 2009

A Balada do Soldado

A Balada do Soldado - (Ballada o soldate, União Soviética, 1959)

O termo balada durante a Idade Média era usado para descrever um tipo de poema lírico de origem coreográfica, inicialmente cantado e mais tarde destinado apenas à declamação. A partir do século XIV, poema de forma fixa, composto por três estrofes seguida de uma meia estrofe de encerramento. Desde o final do século XVIII, pequeno poema narrativo, composto por estrofe que relatam, quase sempre de uma maneira fantástica uma tradição histórica ou uma lenda. Na Alemanha Bürger, Goethe, Schiller e Uhiand foram os mestres do gênero, enquanto na Itália, L. Carer, G. Prati, Carducci a empregaram para abordar temas patrióticos. Explicação básica para que se possa entender a narrativa do filme A Balada do Soldado, e uma vaga lembrança de uma obra musical em movimento. São dois pra lá, dois pra cá.

A Balada do Soldado é um filme soviético dirigido pelo diretor ucraniano Grigori Chukhraj, com qualidades narrativas líricas e dramáticas, suavemente remetendo ao poema denominado balada, contando feitos patrióticos. Alyosha um jovem soldado que é recrutado para combater no front durante a Segunda Guerra Mundial. Seu parceiro morre, e sendo caçado por quatro tanques nazistas, consegue destruir dois na mais pura sorte. Ele recebe uma condecoração, mas a troca por uma semana de licença para visitar sua mãe e consertar seu telhado. Só que o caminho de volta é longo e, sem um meio de transporte definido, ele vai de comboio em comboio, vendo as diversas facetas da sociedade e as mazelas da guerra.


Alyosha é um herói de nosso tempo. Capaz de representar simbolicamente toda e qualquer sociedade mundial, através de seus atos de bravura, patriotismo e todos os seus outros feitos são notáveis representando através de coragem, generosidade e solidariedade.

O filme começa e termina com o retrato da “mãe coragem” despedindo-se, com lágrimas, do destemido filho que tanto ama e se orgulha.


Quem gosta de despedida? Ela certamente que não, já que lhe lembra algo familiar, ou melhor, que o seu esposo também fora à guerra e não retornou.

A valentia de Alyosha é infinita. Sozinho no campo de batalha enfrenta tanques, armas, inimigos; contudo, tem seu reconhecimento merecido pelo seu Superior que o condecora pelo seu feito heróico. E o jovem soldado o enfrenta com palavras destemidas pedindo-lhe que trocasse o prêmio por uns dias para ir visitar a sua mãe e poder consertar o telhado de sua casa. Era o seu dia de sorte! Claro que conseguiu uns sete dias: quatro para ir e voltar e três para ficar na companhia dela. E a balada do jovem soldado pacifista apenas se inicia.

Pacifista sim, pelo seu gesto de bondade em primeiro lugar. Perdeu o trem porque ficou tomando conta da bagagem de alguém que foi telefonar. Consolar a pessoa dispensada da guerra porque se tornou um inútil e já não tem mais serventia; talvez achasse que perdeu a dignidade e temia a  rejeição da própria família. Encorajá-lo não foi tarefa difícil para o generoso soldado. Atitudes nobres e sinceras encerram cada ponto de virada da narrativa.

Há males que vêm para o bem. Perdeu-se tempo precioso durante toda a viagem de ida por justas causas.

Perdas e ganhos. O bravo soldado encontrou o Amor. Durante a sua viagem encontrou Shura, uma linda jovem que, por receio do ainda desconhecido, lhe mentiu que estava viajando para se encontrar com o noivo. A viagem parecia não ter fim. Tantos acontecimentos inesperados vão somando na aventura agora do casal que aos poucos começa a se entender.


O soldado Alyosha prometeu visitar a esposa de um amigo e levar um presente. Em uma das paradas do comboio, não deixa de cumprir a tal missão. Conhece a mulher do colega numa hora, digamos, imprópria, pegando-a em um momento que não esperava receber visitas, principalmente vindo da parte do marido que estava na guerra, ela, pois, estava em outra visita íntima. Mesa feita, cama desfeita...

Interessante a atitude do bravo, destemido e solidário herói nessa situação que se vê pego numa saia justa. O que deve ser pior em tempos de guerra? Talvez o crime maior ainda seja a traição. Trair a confiança de alguém ainda é a pior forma de matar. Armas em punho para se defender ou se morrer é justo. Pior que a dor física deve ser mesmo a espiritual. O soldado já sabia disso.

O adultério e a infidelidade são atos (in)questionáveis e / ou  (im)perdoáveis?

Pela atitude do jovem soldado conclui-se que é um crime que ele não perdoaria. Ele chega a entregar o presente do colega à esposa. Mas já na rua, decide voltar para a casa dela e pegar de volta. A mulher entende esse ato e pede-lhe que não comente o fato com o marido. Alyosha acaba dando esse presente para outra pessoa parente de alguém que está na guerra. Às vezes é necessário mentir.

Shura e Alyosha se despedem. Cada um segue o seu caminho.

E quando ele chega na aldeia para encontrar a sua querida mãe, já é hora de voltar. Ela tem intuição e certeza que seria a última vez que veria seu amado filho. O dever o chama. Ele tem consciência de sua responsabilidade de que no momento é consertar muitos outros telhados em piores estados para salvar a pátria do desabamento.

Um filme  que cumpriu muito bem o seu papel.
Karenina Rostov

Direção: Grigori Chukhraj

Roteiro: Grigori Chukhrai, Valentin Ezhov
Gênero: Drama/Guerra/Romance
Origem: União Soviética
Duração: 89 minutos
Tipo: Longa-metragem
Tipo: Longa-metragem / P&B

Elenco:
Vladimir Ivashov
V. Markova
Yevgeni Teterin
Aleksandr Kuznetsov
Elza Lezhdey
Yevgeni Urbansky
Nikolai Kryuchkov
Nikolai Kryuchkov
Antonina Maksimova
Zhanna Prokhorenko
Vladimir Pokrovsky

Sinopse

Em plena Segunda Guerra, um soldado, depois de ter destruído heroicamente dois tanques inimigos, consegue uma licença para retornar à sua terra para reencontrar a mãe. Mas a viagem, basicamente de trem, passando por várias aventuras, inclui o encontro com uma jovem por quem se apaixona.

sábado, 31 de outubro de 2009

Recicle-se!

A reciclagem de lixo não só ajuda a proteger o meio ambiente, mas também ensina cada um de nós a refletir um pouco sobre o valor daquilo que se joga fora.

A palavra reciclagem difundiu-se na mídia a partir do final da década de 1980, quando foi constatado que as fontes de petróleo e de outras matérias-primas não renováveis estavam se esgotando rapidamente, e que havia falta de espaço para a disposição de lixo e de outros dejetos na natureza. A expressão vem do inglês recycle (re = repetir, e cycle = ciclo).

Para conseguirmos preservar o meio ambiente, é preciso reciclar.

Se cada um fizer a sua parte, através da educação, da conscientização ambiental e da pratica da coleta seletiva, a reciclagem se tornará completa e excelente, auxiliando de maneira eficiente na preservação dos recursos naturais.

4. O símbolo da Reciclagem
Três setas compõem o símbolo da reciclagem.
Cada uma representa um grupo de pessoas que são indispensáveis para garantir que a reciclagem ocorra.

1ª seta => Indústria de transformação
2ª seta => Consumidores
3ª seta => Representa a Empresa que coleta os produtos recicláveis e, através do mercado, vende a matéria-prima à indústria de transformação.

Saiba de alguns detalhes importantes que podem fazer, você, ajudar nesta preservação.

1. A decomposição dos Resíduos:

- PAPEL -  3 A 6 MESES
- JORNAL -  6 MESES
- PALETT DE MADEIRA -  6 MESES
- TOCO DE CIGARRO - 20 MESES
- NYLON - + DE 30 ANOS
- LATA E COPOS DE PLÁSTICO -  50 ANOS
- LATA DE AÇO - 10 ANOS
- TAMPAS DE GARRAFA -  150 ANOS
- ISOPOR - 8 ANOS
- PLÁSTICO - 100 ANOS
- GARRAFA PLÁSTICA -  400 ANOS
- PNEUS - 600 ANOS
- VIDRO 4000 ANOS

Fonte: CEMPRE

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Função Apelativa

Função Apelativa também chamada de Conativa é a utilizada nos anúncios e propagandas em geral para se vender um produto. Exemplo: Babe Cola Caco -  Décio Pignatari.
É facilmente reconhecida pelo verbo ao imperativo, velado ou explicito com a intenção de sugerir, pedir, persuadir, convencer...

Então venho aqui vender o meu peixinho!

Gostaria de sugerir alguns atos diários que contribuem para tornar o mundo melhor.



1 – Procurar ser amigo sincero e verdadeiro;
2- Desejar o melhor ao próximo;
3- Ser solidário;
4- Dar o melhor de si para a família e no trabalho;
5- Ser contra a violência;
6- Não ser preconceituoso;
7- Cuidar da natureza;
8- Plantar árvores;
9- Escrever livros;
10- Saber ouvir;
11- Trocar o carro por uma bicicleta;
12- Pedir perdão;
13- Evitar os palavrões;
14 - Doar sangue;
15 - Doar órgãos;
16- Cuidar dos animais;
17- Cuidar das crianças;
18– Cuidar do seu coração;
19- Amar mais;
20- E acima de tudo amar-se!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Domínio Público


O Sonho do Planeta Terra....

E a TERRA continua sonhando... pelo bem de todos e felicidade geral do Mundo, espero que não se transforme em pesadelo...

Este vídeo muito já conhecem. O nosso Planeta continua pedindo socorro. E o que fazer? Vou novamente lembrar dizendo que cada um tem mais que OBRIGAÇÃO de fazer a coisa certa, e que não é favor, sendo útil, fazendo o mínimo sem nenhum custo, perdas ou danos materias para o bolso. Desculpem o tom, mas só falando assim!

Vale lembrar que as ações individuais são as mais eficazes do que as coletivas, principalmente se se depender dos nossos governantes (infelizmente), porque o retorno é rápido e certo. A união faz a força e um por todos e assim seremos todos por um. Venceremos a batalha do caos que teima em querer derrotar essa luta diária, trabalho solitário de andorinha... que uma só não faz, VERÃO! :D

Fica o registro e a surpresa agradável dizendo ter ultrapassado os 20 mil acessos.
K. R.

Pausa para o Café

Café é o néctar dos deuses. Não sou ninguém sem essa bebida. Tomo várias xícaras durante o dia, deixa-me excitada (Uau! :D isso no sentido de 'energizada') . É delicioso de qualquer jeito: puro, com leite, com pão, cappuccino, amargo, com creme, não tem jeito: EU GOSTO!

Um point no Rio de Janeiro para se tomar um bom e delicioso café e no MAM - Museu de Arte Contemporânea. Lá tem um cantinho romântico, gostoso para se passear e para se namorar.

Beba café e me chame. O preto que satistaz! Amo!

Descobri recentemente que o Café ajuda contra várias doenças, principalmente para doenças do fígado, como a hepatite C. E como fugir de qualquer doença é um mal necessário, beba café.

Karenina Rostov

E por falar nisso, andei pesquisando a história dessa bebida e descobri coisas bem interessantes, tais como:

Há cerca de trezentos anos, o café tem sido uma bebida popular em todo o mundo civilizado, mas pouco se sabe sobre a maneira exata como foi descoberto.

Talvez você tenha ouvido algumas lendas antigas sobre cabras pastando nas montanhas, comendo os frutos do cafeeiro, e em seguida dando cabriolas devido às propriedades estimulantes do café.

Existem outras narrativas que falam sobre um fanático religioso expulso de Moca que se refugiou nas montanhas da Arábia. Ele provou alguns frutos estranhos que cresciam num arbusto. Como eram amargos, ele tentou melhorar o sabor tostando-os sobre o fogo. Isso os tornou quebradiços, e ele tentou amolecê-los na água, e quando a água na qual os grãos estavam imersos se tornou marrom, este Sr. Omar (pois este era o seu nome) bebeu e descobriu como aquilo era bom e revigorante. Isso foi lá pelos idos do século treze. Muito antes disso o café crescia à vontade na Abissínia.

O café, até o final do século dezessete, vinha totalmente da Arábia e era conhecido como Moca, o nome da cidade de sua origem.

Suave estimulante

Os estimulantes são substâncias que excitam os nervos e alguns órgãos do corpo. Os nervos estimulados enviam mensagens ao cérebro e dele para outras partes, com muita rapidez. Isso faz a pessoa agir e pensar de maneira mais alerta e animada.

O café (como o chá) contém cafeína que eleva a pressão sanguínea e age como um leve estimulante. Uma ou duas xícaras diárias de café provavelmente é algo inofensivo para a maioria das pessoas. Porém algumas pessoas acham que beber café antes de ir para a cama pode causar insônia.

Os médicos às vezes aconselham determinados pacientes a se absterem completamente de café, ou a beberem um café descafeinado.