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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Funk-se!
Entre os muros das escolas ESTADUAIS
Afinal, qual é o papel do professor na sociedade do conhecimento?
Um dos programas da secretaria estadual de Educação do Rio de Janeiro no ano de 2008 foi de se trabalhar com o Funk, (um gênero musical), em sala de aula, partindo-se dessa realidade o educador aplicaria nas atividades curriculares afins.
O funk carioca é geralmente criticado por ser pobre em criatividade, muitas vezes apresentar uma linguagem vulgar apelando para letras obscenas, com apologia ao crime, drogas e tráfico, e à sexualidade exarcebada para fazer sucesso.
Não sei se alguma escola ou algum docente chegou a aplicar aos conhecimentos pedagógicos, mas na minha escola nem chegou a ser cogitado ao plano de curso. Uma idéia que se dependesse de mim não vingaria.
“O funk vai ser o elo entre os professores da rede estadual de ensino e os mais de 650 mil alunos do ensino médio. Com o objetivo de estreitar relações com os jovens e divulgar conhecimento sobre sexualidade responsável, a Secretaria estadual de Educação está desenvolvendo um programa no qual os jovens possam abordar temas como doenças sexualmente transmissíveis e uso de preservativos, usando o gênero musical que eles mais curtem.
Através de composições de funk, os alunos vão poder expressar seus conhecimentos. A proposta do programa é entender o que esses jovens pensam e usar a linguagem deles para educar e estreitar a comunicação. Queremos que a escola esteja mais próxima dos alunos”, disse a secretária Tereza Porto, que está criando um blog e formando uma rede de comunicação entre as escolas e os jovens.
Caso se tornasse atividade obrigatória eu pensaria algumas vezes e escolheria a letra do vídeo abaixo e exploraria algo ligado à literatura, serve?
*
COMÉDIA MTV - "Gaiola das Cabeçudas"
*Comente, please e divirta-se!
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Pior que ele pode estar certo...
Eis o que o bioquímico e escritor nascido na Bielorrussia e criado nos Estados Unidos, Isaac Asimov pensa sobre a importância da internet e dos bancos de dados na educaçao, registrado nessa entrevista.
Achei interessante a matéria, ele falando do futuro da escola e da educação por isso resolvi compartilhar com você. Depois comente, gostaria de saber a sua opinião.
Beijos e flores!
K.R.
*K.R.
domingo, 6 de dezembro de 2009
A difícil arte de Avaliar
Ano letivo terminando... fazendo faxina em alguns arquivos, encontrei este texto de 1996 perdido. O assunto é Avaliação. Tarefa nem sempre fácil, e é um assunto que nunca envelhece. Relevante nesse período. Talvez sirva para consulta.
BOCA DE FORNO
“ – Boca de forno!
- Forno!
- Furtaram um bolo!
- Bolo!
- Farão tudo o que seu mestre mandar?
- Faremos todos, faremos todos, faremos todos...”
Rubem Alves
*****
BOCA DE FORNO
“ – Boca de forno!
- Forno!
- Furtaram um bolo!
- Bolo!
- Farão tudo o que seu mestre mandar?
- Faremos todos, faremos todos, faremos todos...”
Eunice Bernal
BOCA DE FORNO
“ – Boca de forno!
- Forno!
- Furtaram um bolo!
- Bolo!
- Farão tudo o que seu mestre mandar?
- Faremos todos, faremos todos, faremos todos...”
Acho que esta brincadeira é uma repetição do que acontece nas escolas. As crianças são ensinadas. Aprendem bem. Tão bem que se tornam incapazes de pensar coisas diferentes. Tornam-se ecos das receitas ensinadas e aprendidas. Tornam-se incapazes de dizer o diferente. Se existe uma forma certa de pensar as coisas e de fazer as coisas, por que se dar o trabalho de se meter por caminhos não-explorados? Basta repetir aquilo que a tradição sedimentou e que a escola ensinou. O saber sedimentado nos poupa dos riscos da aventura de pensar.
Não, não sou contrário a que se ensinem receitas já testadas. Se existe um jeito fácil e rápido de amarrar os cordões dos sapatos, não vejo razão para submeter os alunos às dores de inventar um jeito diferente. Se existe um jeito já testado e gostado de fazer moqueca, não vejo razões por que este cozinheiro se sinta na obrigação de estar sempre inventando receitas novas. O saber já testado tem uma função econômica: a de poupar trabalho, a de evitar erros, a de tornar desnecessário o pensamento. Assim, aprende-se para não precisar pensar. Sabendo-se a receita, basta aplicá-la quando surge a ocasião.
Senti isto muitas vezes, tentando pensar com minha filha problemas de matemática. É preciso confessar que isto já faz muito tempo, pois o que me restou de matemática já não me permite nem mesmo entender os símbolos que ela maneja. Claro que minha maneira de pensar era diferente da maneira de pensar de hoje. No meu ainda se cantava a tabuada... Mas o que me impressionava era a sua recusa de, pelo menos, considerar a possibilidade de que um mesmo problema pudesse ser resolvido por caminhos diferentes. Ela havia aprendido que há uma maneira certa de fazer as coisas, e que caminhos diferentes só podem estar errados. A conversa era sempre encerrada com a afirmação:
“Não é assim que a professora ensina...”
É como nos catecismos religiosos: o mestre diz qual é a pergunta e qual é a resposta certa. O aluno é aprovado quando repete a resposta que o professor ensinou.
A letra mudou. Mas a música continua a mesma.
Pois não é isto que são os vestibulares? Ao final existe o gabarito: o conjunto das respostas certas. Claro que há respostas certas e erradas. O equívoco está em se ensinar ao aluno que é disto que a ciência, o saber, a vida, são feitos. E, com isto, ao aprender as respostas certas os alunos desaprendem a arte de se aventurar e de errar, sem saber que, para uma resposta certa, milhares de tentativas erradas devem ser feitas. Espero que haja um dia em que os alunos sejam avaliados também pela ousadia dos seus vôos! Teses que serão aprovadas a despeito de seu final insólito: “Assim, ao final de todas estas pesquisas, concluímos que todas as nossas hipóteses estavam erradas.” Pois isto também é conhecimento.
Escondidos em meio à vegetação da floresta, observávamos a anta que bebia à beira da lagoa. Suas costas estavam feridas, fundos cortes onde o sangue ainda se via. O guia explicou: “A anta é um animal apetitoso, presa fácil das onças. E sem defesas. Contra a onça ela só dispõe de uma arma, estabelece uma trilha pela floresta, e dela não se afasta. Este caminho passa por baixo de um galho de árvore, rente às suas costas. Quando a onça ataca e crava dentes e garras no seu lombo, ela sai em desabalada corrida por sua trilha. Seu corpo passa por baixo do galho. Mas a onça recebe uma paulada. E assim, a anta tem uma chance de fugir.”
Acho que a educação freqüentemente cria antas: pessoas que não se atrevem a sair das trilhas aprendidas, por medo da onça. De suas trilhas sabem tudo, os mínimos detalhes, especialistas. Mas o resto da floresta permanece desconhecido. Pela vida afora vão brincando de “Boca de Forno...”
Rubem Alves
BOCA DE FORNO
“ – Boca de forno!
- Forno!
- Furtaram um bolo!
- Bolo!
- Farão tudo o que seu mestre mandar?
- Faremos todos, faremos todos, faremos todos...”
Este texto de Rubem Alves aborda o ensino que é reprodutivo e não criativo, que não leva à reflexão, ao questionamento, à crítica. O saber é conduzido. Este saber tem uma função cômoda de interesse financeira e de evitar erros, pois a repetição, evita a reformulação que leva a gastos e investimentos. Dessa forma há um interesse muito grande dos dominantes que as pessoas apenas reproduzam um certo aprendizado, sem, contudo, recriar, inventar nada.
A essência do aprendizado se perdeu, pois o que ficou é seguir uma conduta preestabelecida, sem questionamento, sem ousadias. Seguem-se os modelos, ou seja, modelos fixos com objetivos políticos, econômicos e administrativos.
Encontramos na educação de hoje pessoas sem capacidade de questionar, criar e dessa forma incapazes de melhorar, de desenvolver, de especializar, de adquirir um crescimento intelectualmente, que são fatores que levam a uma melhoria social e econômica da sociedade.
Consciente da necessidade de explorar a criatividade e senso crítico do aluno, tento levá-lo a refletir e questionar sobre temas abordados em sala de aula, fazendo-o relacionar com o seu dia a dia.
As idéias apontadas no texto são reais e digo mais... são bem mais abrangentes, estão relacionadas a todo o contexto da vida. O homem reproduz aquilo que vê e aprende, sem ao menos comparar, refletir.
No colégio o aluno deve encontrar oportunidade de se desenvolver, de escolher um posicionamento e descobrir que tem capacidade de opinar, decidir, construir e mesmo reconstruir. O ensino brasileiro deve ser reformulado desde sua base. Não funciona cobrar uma melhoria, um bom desempenho em sua última etapa. Para se ter uma boa qualidade de ensino / aprendizagem deve se começar do início, partindo da conscientização da população e dos governantes.
Eunice Bernal
*****
Curso de Capacitação em Avaliação - Telecurso 2000 - Fundação Roberto Marinho
sábado, 5 de dezembro de 2009
Profissão Perigo
Projeto estuda como proteger professores das ameaças de alunos.
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1161641-7823-PROJETO+ESTUDA+COMO+PROTEGER+PROFESSORES+DAS+AMEACAS+DE+ALUNOS,00.html
Quarta-feira, 18/11/2009
Jornal Hoje
O projeto está sendo discutido no Congresso Nacional e dá poder aos juízes para mudar o aluno de turma ou mesmo de escola. A medida poderá ser aplicada em estudantes que cometerem violência.
Em último caso, sendo radical, fazendo concurso e mudando de profissão.
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1161641-7823-PROJETO+ESTUDA+COMO+PROTEGER+PROFESSORES+DAS+AMEACAS+DE+ALUNOS,00.html
Quarta-feira, 18/11/2009
Jornal Hoje
O projeto está sendo discutido no Congresso Nacional e dá poder aos juízes para mudar o aluno de turma ou mesmo de escola. A medida poderá ser aplicada em estudantes que cometerem violência.
Em último caso, sendo radical, fazendo concurso e mudando de profissão.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
O que me deixa emocionada sempre
Desenho do prof. Marcelo para o Jornal A GENTE DO 432***
S.O.S. Educação!
S.O.S. Educação!
Às vezes um gesto inesperado me emociona e me tira do sério. Por mais simples que possa parecer, para mim tem um valor inestimável.
Pode ser um sorriso, uma palavra de carinho, um ato de solidariedade, um pequeno agrado, um desenho como este que me foi dado ontem por uma aluna do 6o. ano, é o que me dá uma ânsia maior de viver e procurar fazer sempre o melhor, dar o melhor de mim, nos doar e aperfeiçoar em tudo aquilo que fazemos e fazemos com amor.
E concluo que nem tudo está perdido... Ainda é possível salvar a Educação que se encontra no CTI, e cada um fazendo um pouquinho que seja, faremos a melhor leitura do mundo como nos ensina o mestre Paulo Freire.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Profissão de Fé
Homenagem ao aluno BrunoAcredito e sempre acreditarei que o melhor investimento que se pode oferecer ao cidadão é a EDUCAÇÃO. É um investimento para toda vida. O princípio básico do desenvolvimento humano merece uma atenção especial da sociedade e dos governantes. É o que engrandece uma nação e o faz desenvolver política e socialmente.
Uma boa educação implica em investimento árduo, a longo prazo, participação e boa vontade de todas as partes envolvidas.
Trabalhar nessa área, é mais que um prazer e nem sempre é um mar de rosas como se imagina, há momentos bons o que é gratificante, como também há maus momentos.
E hoje me lembrei de um fato, de un dos momentos marcantes e que vale a pena comentar aqui.
Em turmas de 50 alunos, nunca dá para se lembrar de todos. Nomes, fisionomias, exceto daqueles que de alguma maneira se destacam.
Lembrei-me de um dos meus alunos do ano de 2004. Chamado Bruno de Amorim Elias, 13 anos e, na época cursava a 6ª série do 1o Grau. Ele estava atrasado. Mas isso se explica porque nessa idade, além de estudar, trabalhava em um supermercado próxima à Escola.
Hoje não tenho notícias dele, mas com certeza é um exemplo para a sociedade e seus pais; parentes e amigos devem se orgulhar muito dele.
Naquele ano descobri um concurso de redação vindo lá da Região CENTRO-OESTE do Brasil, Patrocinado pela EMBRAPA Pantanal na cidade de Campo Grande – MS. Não pensei duas vezes. Comuniquei à direção e resolvemos inscrever a escola.
O Edital dizia que seria uma redação por escola. Para se tirar uma única redação, um único aluno, envolvemos a Unidade toda, ou melhor, todas turmas deveriam participar escrevendo sobre o tema proposto: "Concurso Nacional de Redação Fauna e Flora do Pantanal".
Qualquer atividade extraclasse é cansativo, trabalhoso, desgastante. Mas esse em especial foi GRATIFICANTE MESMO! O nosso aluno inscrito Foi um dos primeiros colocados, único a vencer do Estado do Rio de Janeiro e de toda a região SUDESTE. É um aluno vencedor.
E essa é uma das boas lembranças que guardo com carinho desse aluno. Ficou como exemplo de vida. Sempre conto essa história aos demais e me emociono.
Obrigada, Bruno. Você é um vencedor!
Concurso Nacional de Redação do Pantanal divulga trabalhos premiados (25/11/2004)Embrapa Pantanal (Campo Grande, MS), Embrapa Florestas (Colombo,PR), unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculadas ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Conservation International do Brasil (CI-Brasil) divulgam o nome dos oito estudantes premiados no "Concurso Nacional de Redação Fauna e Flora do Pantanal". Os autores das 2734 redações que chegaram de todo Brasil concorreram a uma viagem, com direito a acompanhante, para a fazenda Rio Negro, propriedade da CI-Brasil, onde será realizada, de 20 a 24 de outubro, a Oficina de Fauna e Flora do Pantanal, a ser ministrada por pesquisadores da Embrapa.
Após passarem por um rigoroso processo de seleção, de acordo com os quesitos estabelecidos e divulgados no regulamento do Concurso, as oito melhores redações foram escolhidas. Está sendo premiada a melhor redação de cada uma das cinco regiões do país, totalizando cinco vencedores. As outras três redações premiadas foram selecionadas entre as melhores de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Corumbá/Ladário.
Confira o nome dos estudantes que serão contemplados com a viagem para o coração do Pantanal, onde poderão conhecer pessoalmente o que descreveram em seus textos:
Mato Grosso do Sul: Hallana Souza Santos - 12 anos- 6ª série - Escola Estadual 13 de Maio – Deadópolis/MSMato Grosso: Valdeci Sobrinho Paz da Silva - 11 anos – 5ª série - Escola de Ensino Fundamental Carlos Pereira Barbosa – Rondonópolis/MT
Corumbá/Ladário: Tainá Aparecida Dias Herreira - 11 anos – 5ª série - Centro de Ensino Imaculada Conceição – Corumbá/MSCentro- Oeste: Diones Jardel Schüler - 12 anos – 6ª série - Escola Municipal Dona Amélia Garcia Cunha - Chapadão do Céu/GO
Norte: Magno Silva Macedo - 12 anos - 6ª série - Escola Prof. Daniel Neri Silva - Porto Velho/RONordeste: Jane Heli de Souza Silva - 11 anos – 6ª série - Escola Dom Antônio Campelo – Petrolina/PE
Sudeste: Bruno de Amorim Elias - 13 anos – 6ª série - C.I.E.P 432 Alberto Cavalcanti - Rio de Janeiro/RJ
Sul: Bárbara Conte Weck - 12 anos – 6ª série - Escola de Ensino Básico Orestes Guimarães - São Bento do Sul/SC.
Além dos estudantes acima relacionados, outras 42 redações serão selecionadas para compor um livro virtual sobre fauna e flora do Pantanal. A relação com o nome dos outros autores que farão parte do livro será divulgada no final do mês de outubro, após a realização da Oficina.
O Concurso conta com o patrocínio do Fórum Nacional das Atividades de Base Florestal, Federação das Indústrias do Estado do Mato Grosso, Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado do Pará – Aimex, Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente – Abimci e União das Entidades Florestais do Estado do Pará – Uniflor.
Mais informaçõesChristiane Congro - MTb 825 SCEmbrapa PantanalContatos: (67) 233-2430, ramal 252 - mailto:%20congro@cpap.embrapa.brKatia Pichelli - Jornalista MTb 3594 PREmbrapa FlorestasContatos: (41) 666-1313 - katia
Segue o link:
http://www.embrapa.br/imprensa/noticias/2003/outubro/bn.2004-11-25.8791289458/
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