Espaço para encontros e desencontros de lembranças vagas, momentos inevitáveis, acontecimentos inesquecíveis, sonhos, imagens, sondagens, e toda forma de comunicação prazerosa capaz de mexer com nossas mentes e corações.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
domingo, 8 de janeiro de 2012
Verônika decide morrer
“Veronika decide morrer” - um título formado por três palavras marcantes, bem escolhidas, bem pensadas por sinal, de uma das obras do escritor brasileiro mais lido da atualidade: Paulo Coelho. O objetivo aqui não é falar do autor, mas de alguns assuntos relevantes citados na obra.
É o único livro que li do letrista, compositor e filósofo nacional; talvez por ter sido um presente de um aluno, e como dispensaria um agrado desses? Talvez porque o título tenha me chamado a atenção, enfim, não posso negar que a obra remeteu-me a diversos momentos que guardo na lembrança e que se entrelaçam formando um mosaico de situações instigantes.
“Veronika” é nome fantasia bastante conhecido dos filmes sobre a vida do Filho de Deus; é a mulher que durante o caminho de Jesus para o calvário conseguiu enxugar o Seu rosto. O detalhe é que essa emocionante história não encontrou um mote para intertextualidade com os textos bíblicos.
"Verônica" é uma forma latinizada de Berenice, um nome macedônio que significa "portador da vitória". A etimologia popular atribui sua origem às palavras para "verdade" (em latim: vera) e "imagem" (em grego: eikon).
A história contada na Bíblia no evangelho de Mateus 9: 20-22 de uma mulher que por doze anos padecia de uma hemorragia, e que chegou por detrás de Jesus e o tocou, e Ele imediatamente a curou, chamava-se “Berenike” que derivou “Verônica”.
Essa Verônica, então, que por longos anos sofreu da terrível hemorragia, não se pode negar, foi uma vitoriosa, uma heroína, porque ela decidiu viver.
Decidi usar o presente duas vezes, afinal a obra brasileira deve ter lá um “q” a mais, já que foi adaptada para o cinema hollywoodiano e, por curiosidade, acabei assistindo ao filme a fim de tentar desvendar o mistério em torno da intrigante história nessa outra expressão artística. Bem o mal, o livro e o filme estão acessíveis. Não me surpreenderia uma atriz encarnando Veronika em uma peça teatral, quem pode duvidar? Não que eu queira...
Alguém simplesmente decide morrer. Tomar uma decisão não é tarefa fácil. E o título “decide morrer”, causou estranheza e curiosidade, afinal, dificilmente se encontra alguém que tome uma decisão drástica dessa... Decide-se casar, decide-se mudar a cor do cabelo, decide-se, mudar de profissão, decide-se mudar de país, decide-se ter ou não filhos, mas decidir morrer? É mais fácil decidir viver, e quando um projeto não se realiza como se desejava, recomeçar é a melhor saída, não acha?
O que leva uma pessoa a tomar uma decisão drástica dessas? Loucura? Depressão? Desespero? Falta de amor próprio?
Viver é o melhor presente que se pode receber, e como diz o ditado que se encaixa perfeitamente aqui: “A vida não tem preço”, isto é, não há dinheiro no mundo que pague. Mesmo sabendo que viver é correr risco.
Decidir morrer é covardia ou ser corajoso? É burrice ou falta de opção? A sinopse praticamente entrega o filme, revelando parte do desejo osblético de querer pôr um ponto final à própria vida.
Veronika é uma jovem de 28 anos que, aparentemente, tem uma vida perfeita: possui um bom imóvel, é bonita e tem um ótimo emprego. Porém ela sente um vazio dentro de si sem conseguir entendê-lo. Sem conseguir entender o significado de sua vida, ela decide se suicidar tomando vários remédios. Duas semanas depois, Veronika desperta do coma e percebe que está em uma clínica para doentes mentais. Lá ela é informada que sua tentativa de suicídio fez com que seu coração parasse, gerando ferimentos que jamais se recuperarão. Sem saber ao certo quanto tempo ainda lhe resta, ela decide viver de uma forma inteiramente diferente do que vinha fazendo até então.
Não é qualquer um que toma essa decisão radical. Confesso que decidi ler a obra para tentar desvendar o mistério da ficção e da realidade capaz de se mesclarem não sabendo distinguir a linha tênue que separam ambas. Tive três amigas que tomaram essa decisão. Decidiram não mais viver. Nem vale a pena comentar se elas tinham motivos bizarros e grotescos para tal decisão inaceitável aos olhos da sociedade e aos ensinamentos religiosos usando Judas como modelo do que não é permitido e que até então é julgado e condenado pelos homens e ele, arrependido do que fez, decidiu tirar a própria vida.
Venonika de Paulo Coelho é ficção apenas no nome. Veronika consegue enxergar seu destino. Ela é bem nascida, tem um maravilhoso emprego e um ótimo salário, mas depois de algum tempo, imaginando-se casada, gorda e acabada, cuidando das tarefas domésticas, filhos para criar, não mais atraente ao marido, sendo traída, sua vida transformando-se em rotina, um futuro incerto e por não ter mais sentido, e nem ser mais novidade do momento, amargurada por tudo isso, decide morrer. O autor conta que esta é uma obra autobiográfica, sendo o personagem Eduard que entra na narrativa no terceiro capítulo é o próprio, a ponte que liga os dois universos. Ele conta que foi internado pelos pais em um hospício porque admirava o mundo das Artes, e lá acaba descobrindo o mundo da loucura e insanidade, conhece pessoas até que encontra Veronika.
A história de uma jovem, suas angústias e melancolias já imaginando como seria o seu futuro e destino. Seu início, melancólico, depois, uma verdadeira celebração à vida!
Bem ou mal Paulo Coelho é um dos autores mais lidos da atualidade, traduzido em vários idiomas, imortal da ABL, fundado por Joaquim Maria Machado de Assis.
Um bom argumento, sem dúvida, e não posso negar que o assunto é instigante. A boa ideia em torno da obra ficcional para “Verônika decide morrer” originou o filme Dirigido por Emily Young e Veronika interpretado pela atriz Sarah Michelle Gellar. Para quem lê de tudo, e / ou assiste a todos os gêneros, deixo a dica. Veja o filme ou leia o livro, sabendo de antemão que cinema e literatura são linguagens distintas, ouse, sem compromisso porque mesmo ao final não gostando, com certeza você não vai morrer por isso, vai?
Karenina Rostov
*
Veronika Decides to Die (no Brasil e em Portugal: Veronika Decide Morrer) é um filme americano de 2009 do gênero drama baseado no livro de mesmo nome de Paulo Coelho. Dirigido por Emily Young, o filme é estreado por Sarah Michelle Gellar no papel principal, Veronika.
Título no Brasil: Veronika Decide Morrer
Título Original: Veronika Decides to Die
País de Origem: EUA
Gênero: Drama
Classificação etária: 14 anos
Tempo de Duração: 102 minutos
Ano de Lançamento: 2009
Paulo Coelho vendeu 70 milhões de exemplares de seus livros, que foram traduzidos para vários idiomas.
Nota de rodapé:
1 - Não sei quem selecionou a coleção de títulos 1001 Livros para ler antes de morrer, e esta obra de Paulo Coelho é um deles.
2 - A literatura guarda os seus mistérios. Esoterismo e auto-ajuda são gêneros que não curto.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Caixinha de jóias
Alguém aí teria um abridor de latas disponível?
Estou precisando para abrir a minha nova caixinha de surpresas.
E.B.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Rotina...
Eis que um novo ano começa...
E com ela, a rotina
O cotidiano tem lá sua beleza e seu encanto...
A mesma coisa todo dia... é bom e gostoso
Começo a fazer coisas que não quero
Mas que considero importantes
Reclamo mentalmente,
E com as paredes, resmungo
Com a certeza que serei ouvida e não aconselhada... e sem direito a resposta
O barulho ensurdecedor do silêncio faz-me companhia
Até tento desligar, não tem como não repetir certas ladainhas universais
e que cismam em querer fazer parte de sua vida e ditar normas...
Por insistência acabo repetindo uma delas:
"Nada melhor que um dia após o outro".
Até que faz algum sentido.
Mesmo não gostando é a auto-ajuda e que acaba nos fazendo sentir melhor
Menos desconfortáveis nos dias cinzentos...
Do acordar ao anoitecer, recriar a rotina é a melhor solução
Não estressa resultando um novo aprendizado
novas perspectivas e ensinamentos
Procuro devanear com coisas banais
para não me desesperar
Jamais.
Economizei tanto tempo num único dia que não quero desperdiçar
Uso com beijos e abraços.
O cotidiano dita tantas regras
Tornando-nos prisioneiros da própria liberdade
pessoal e intransferível
Com criatividade podemos nos libertar, dando-nos o direito de ir e vir
e fazer as escolhas que desejamos
Bom estar sempre preparados para possíveis surpresas que a vida de vez em quando nos presenteia
E que as vezes faz um bem danado à alma.
Regra e exceção são como os dois lados da mesma moeda. E como não dizer que a rotina não tem lá o seu charme e prazer porque mesmo sendo repetição, jamais será igual a uma inovação
E é sempre válido para nos fazer enxergar os erros e tentar melhorar na próxima vez...com certos tropeços...
Não vim falar ou explicar coisa alguma, muito menos confundir... apenas desabafar coisas que no momento me sondam e querem se libertar. Não fique chateado se não entender nada, nem comemore se descobrir algo sobre mim aqui...a interpretação fica com você.
Beijos.
Eunice Bernal
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Mensagem para mim...
Obrigada ao Grupo Estação que muitas alegrias nos traz durante todo o ano, principalmente no Festival do Rio.
que 2012 seja um ano de ótimos filmes. Até lá!
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Natal, um novo começo
“E o verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória como do unigênito do Pai.” – João 1.14
A encarnação do Verbo é um novo começo empreendido por Deus, uma vez que o Salvador não vem dos homens: o menino que nasce em Belém da Judeia é um dom de Deus, vem de Deus, é obra do Espírito Santo, conforme Lucas 1:35.
Natal é resgate, é adoção
Natal é envio de Jesus na Terra
E por tudo iniciativa de Deus
Por causa do Seu amor
Que dura para sempre.
Deus faz tudo certo no tempo certo
Não desanime...
Mais uma vez é Natal
Tempo de abraçar, tempo de amizade e solidariedade
Aproximação e emoção
Tempo de paz e de celebração
Do nascimento de Jesus
É a vontade de Deus.
É Natal. Deus cuidará de você e ele tudo proverá
Natal é todo dia.
Tenha um Natal abençoado!
Eunice Bernal
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Na Ilha de Lost (9)
Todo mundo feliz! Dia de ganhar presente do amigo oculto. 2011 começando a se despedir.
UFRJ - Ilha do Fundão
UFRJ - Ilha do Fundão
domingo, 18 de dezembro de 2011
Sou, mas quem não é?
Propriedade de Deus.
Quem sou eu? A pergunta de praxe que todos um dia já se fizeram.
E eu fui um pouco além nessas tentativas de apresentar-se a si próprio. Por que eu sou eu e não aquela que gostaria de ser, ocupando outro corpo e outra mente?
“Quando eu me pergunto quem sou eu, eu sou o que pergunta, ou o que não sabe a resposta?” Isso é confuso, porque saber quem somos envolve algo muito além do que conhecemos.
Definir-me não sei, não devo, não posso. O ser é complexo. Em uma palavra talvez “inquieta”.
Gosto de viver e aprender. Andar presa na gaiola da liberdade.
O céu seria pouco. Somos muitos em um corpo só, passamos por mutações
Metamorfoses diárias, transformações por segundos...
Desconheço-me quase que totalmente, até que alguém chega e me diz que sou carinhosa. Acredito, não sabia que tinha esse defeito. Ou seria qualidade?
Nem sempre sigo regras, quebro-as uma a uma e faço delas o meu lema... Vago pelo mar da vida sem leme e sem bussola, mas procurando um porto seguro. Será que um dia acharei?
Paixões? Claro, não viveria sem. Primeiro é preciso gosta-se, daí tudo fica menos difícil... paixão pelos amigos que escolho como parte da família; por um desconhecido, um amor platônico de tempo suficiente para ter certeza que a felicidade existe e ela consiste em realizar sonhos . Conhecê-lo pouco a pouco, tarefa árdua, é o que dá um prazer maior de viver! Parece loucura, não? As coisas loucas são as mais sinceras e saudáveis. Tenho certeza que é um sonho possível.
E por falar em viver, é para ela a minha declaração de amor: pela VIDA!
Sou emotiva o suficiente para não demonstrar que choro no silêncio da noite por aquilo que me entristece... Sou forte quando quero e sou frágil quando menos espero...
O que pensam a meu respeito? Não me importo... pensem, mal ou bem, mas pensem... isso não se chama pretensão, apenas acreditar que se ocupa um espaço nesse mundo terreno por um motivo maior: somos partes do plano divino.
Vivo o hoje, porque o amanhã a Deus pertence não cabe a mim especular...
Procuro ser otimista sempre. Quem sou eu? A única certeza é que respiro.
Eunice Bernal
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
A Pátria revisitada...
MINHA PÁTRIA
Minha pátria não é a língua portuguesa.
Nenhuma língua é a pátria.
Minha pátria é a terra mole e peganhenta onde nasci
e o vento que sopra em Maceió.
São os caranguejos que correm na lama dos mangues
e o oceano cujas ondas continuam molhando os meus pés quando sonho.
Minha pátria são os morcegos suspensos no forro das igrejas carcomidas,
os loucos que dançam ao entardecer no hospício junto ao mar,
e o céu encurvado pelas constelações.
Minha pátria são os apitos dos navios
e o farol no alto da colina.
Minha pátria é a mão do mendigo na manhã radiosa.
São os estaleiros apodrecidos
e os cemitérios marinhos onde os meus ancestrais tuberculosos
e impaludados não param de tossir e tremer nas noites frias
e o cheiro de açúcar nos armazéns portuários
e as tainhas que se debatem nas redes dos pescadores
e as résteas de cebola enrodilhadas na treva
e a chuva que cai sobre os currais de peixe.
A língua de que me utilizo não é e nunca foi a minha pátria.
Nenhuma língua enganosa é a pátria.
Ela serve apenas para que eu celebre a minha grande e pobre pátria muda,
minha pátria disentérica e desdentada, sem gramática e sem dicionário,
minha pátria sem língua e sem palavras.
Ledo Ivo
*
MINHA PÁTRIA
Minha Pátria é a terra onde tudo é abençoado
É por isso que eu acordo sempre bem humorada
Agradeço sempre a Deus
Pela Pátria que me deu.
Mesmo com todos os seus problemas
Eu agradeço porque nela não há guerras
Temos problemas, mas quem não tem?
Mesmo assim estamos vivos e felizes.
Vivemos nessa terra maravilhosa chamada Brasil
Onde todos os lugares desse país são lindos
Como nossas praias, nossos rios
E até mesmo nossas cidades, e o nosso céu.
É nessa Pátria onde eu vivo
E ela que eu amo
E aqui sempre perseverar
País de meus muitos amores.
Eunice Bernal
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
A Semana
A Semana
Segunda, me inflamo.
Terça, te amo.
Quarta, te vejo.
Quinta, te desejo.
Sexta, te quero.
Sábado, te espero.
Domingo, te sonho.
E quando longe de ti,
Só para ti, componho.
(Poema de JG de Araujo Jorge
do livro"A Sós..." 1a ed. 1958
*
A Semana da Poesia
Na Segunda, ela é o mistério,
Na Terça, a inspiração
Na Quarta ela é o encanto
E na Quinta, a imaginação
Na Sexta ela é toda poesia
E no sábado descansa
Para ser no Domingo
A utopia...
Eunice Bernal
Segunda, me inflamo.
Terça, te amo.
Quarta, te vejo.
Quinta, te desejo.
Sexta, te quero.
Sábado, te espero.
Domingo, te sonho.
E quando longe de ti,
Só para ti, componho.
(Poema de JG de Araujo Jorge
do livro"A Sós..." 1a ed. 1958
*
A Semana da Poesia
Na Segunda, ela é o mistério,
Na Terça, a inspiração
Na Quarta ela é o encanto
E na Quinta, a imaginação
Na Sexta ela é toda poesia
E no sábado descansa
Para ser no Domingo
A utopia...
Eunice Bernal
anDANÇAS
Saindo da ILHA
Se conseguir ler o que está escrito nesse céu, pago um café.
Avenida CHILE... muitas histórias eu tenho para contar... A Fac. de Letras da UFRJ localizava-se bem no coração do RIO, ao lado desse número.
Fotos E.B.
domingo, 11 de dezembro de 2011
Cadê os Direitos Humanos?
Dez de dezembro - Dia da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Direitos humanos
Os direitos humanos são os direitos e liberdades básicos de todos os seres humanos. Normalmente o conceito de direitos humanos tem a idéia também de liberdade de pensamento e de expressão, e a igualdade perante a lei.
A Declaração Universal dos Direitos do Homem da Organização das Nações Unidas afirma:
"Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade."
*
Nádegas a declarar.
sábado, 10 de dezembro de 2011
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Sobre cafés e sapatos
De manhã
ao acordar
nada melhor para um bom despertar
Um delicioso e incorpado café
e depois, caminhar...
sair, trabalhar...
nada que par de sapatos confortáveis
para o dia se realizar
Podem falar... é feio, é horrível
Mas eu gosto
E confio...
Nada mais a comentar...
Sobre cafés e sapatos.
Eunice Bernal
domingo, 4 de dezembro de 2011
Considerações sobre verbo ACHAR
Considerações sobre verbo ACHAR
“Eu acho que vi um gatinho, vi sim!” Piu Piu
“Eu acho que te amo.” K. R.
Às vezes o verto “Achar” dentro de um determinado contexto me deixa intrigada.
Fica a sensação de impotência no ar, parecendo um tipo de afirmação negativa, uma incerteza dizer “Eu acho.” Esse verbo no sentido de “julgar” ou “pensar” exprime outro significado. Dizer “Eu acho que gosto de você” é dúvida, sem dúvida! Eu particularmente evito usar nesse sentido. Antes de especular mais acerca dessa palavra é melhor consultar o dicionário. Lembrando que o verbo ACHAR denota outros signos linguísticos. “Achei na rua uma carteira recheada de dinheiro!” Bem que poderia ser verdade! “Achei você muito simpático!” Ah, isso é verdade! Brincando um pouquinho mais com essa situação eu acho que o verbo achar tem o mesmo valor de igualdade do advérbio de dúvida “Talvez”. “Talvez eu goste de você.”Tsc, tsc, tsc...Não! Tanto a frase quanto o sentimento soam horrível, não acha?
Significado de Achar
v.t. Encontrar (procurando ou não): achou a carteira perdida.
Descobrir, inventar: achar uma nova fórmula.
Julgar, supor, considerar: achou o livro bem escrito.
V.pr. Estar num lugar, ou em companhia de alguém; encontrar-se: achava-se na sala quando ouviu os gritos.
Julgar-se, considerar-se: achava-se apto para a função.
Um determinado político brasileiro costuma usar e abusar desse verbo com frequência. Constantemente. Tudo bem, se pensarmos que atualmente é a classe que perdeu o respeito, a dignidade e vergonha na cara, deixando o eleitor, o cidadão que vota, que o elege e paga os impostos em dia, na mão; uma classe que lamentavelmente não tem mais compromisso com o que faz, não dando exemplo de honestidade, daí é fácil e simples introduzir aleatoriamente um “Eu acho” para expressar sua idéia, seu pensamento sem a preocupação de cobranças posteriores.
“Eu acho que o professor merece um salário digno.” - Diz demagogicamente ele.
Fala sério! Um mar de lama e corrupção sem fim é hoje aquele canto do nosso país. Quando esse que diz representar o povo passar a ganhar salário mínimo “eu acho que passarei a acreditar em político”.
Então é isso! Na dúvida substituo o verbo “achar” por “considerar” ou “pensar”, mas mesmo assim é preciso muita atenção e cautela, porque pode-se cair em outro erro e ser mal-interpretado ao dizer, por exemplo: “Eu penso que amo você”, ou eu “Penso que vi um gatinho”. Uma armadilha aos amantes de plantão.
Isso tudo é para dizer apenas que...bem...
Eu acho que estou apaixonada! É uma pessoa que está bem perto de mim... meu coração bate com mais velocidade quando ele se aproxima, quando ouço a sua voz, e respiração fica ofegante...um sentimento gostoso... quer saber mais? Deixa para a próxima!
Eunice Bernal
sábado, 3 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
JESUS Papai Noel
Jesus Papai Noel é uma linda música de Benito di Paula que marcou a minha infância. Muitos não a conhece porque já não toca nas rádios ou tevê, tampouco se encontra à venda. Fui a algumas lojas na tentativa de comprar e como não me lembrava do título tive que cantar para os vendedores e, pasmem, ninguém nunca 'ouviu' falar. Bem, meu mico do ano está pago...
Uma pena que seja tão pouco conhecida porque é uma bela canção natalina interpretada pelo próprio Benito que tem uma voz maravilhosa...O resumo da ópera é que nesses dias acabei cantando aqui em casa para parentes e amigos...Finalmente está na net e, claro, que não poderia deixar passar essa oportunidade de postar aqui, né?
Que neste Natal o mundo não se esqueça do aniversariante especial: JESUS!
Feliz Natal!
Karenina Rostov
LETRA:
Jesus Papai Noel
Benito Di Paula
Composição: Benito di Paula
Quero de presente muito mais amigos
Uma estrela lá no céu
Chegou Jesus Papai Noel
Quero de presente muito mais amigos
Uma estrela lá no céu
Chegou Jesus Papai Noel
Quero a paz neste Natal refletindo a todo mundo
Amor e compreensão para vivermos melhor
E pedir ao Papai Noel de presente uma oração
Pra que seja eterno o Natal e o mundo todo irmão
Quero de presente muito mais amigos
Uma estrela lá no céu
Chegou Jesus Papai Noel
Quero de presente muito mais amigos
Uma estrela lá no céu
Chegou Jesus Papai Noel
Quero a paz neste Natal refletindo a todo mundo
Amor e compreensão para vivermos melhor
E pedir ao Papai Noel de presente uma oração
Pra que seja eterno o Natal e o mundo todo irmão
Quero de presente muito mais amigos
Uma estrela lá no céu
Chegou Jesus Papai Noel
Quero de presente muito mais amigos
Uma estrela lá no céu
Chegou Jesus Papai Noel
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